A síndrome do sapo fervido

Segundo estudos de fonte e autores incógnitos, a partir de uma busca anônima na internet, a síndrome do sapo fervido consiste na tese de que um sapo morre inchado e feliz quando a água da sua lagoa – obviamente transferida para um recipiente e ambiente cientificamente preparados para tal experimento – atinge o seu ponto de ebulição, isto é, 100 ºC, de forma gradual. Contudo, se o mesmo sapo é jogado na mesma água já fervente, a sua reação é instantânea: o animal salta para fora d’água, buscando se livrar da sensação penosa que a água previamente aquecida em seu estado pleno causa na pele seca e rugosa do infortunado anfíbio. Porém, tem-se a hipótese, ainda não comprovada em estudo de natureza científica, que a síndrome do sapo fervido é capaz de, progressivamente, matar sapos inchados e tristes, imersos em águas fervidas provenientes de lagoas não propriamente suas.

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